Aniversário de nascimento de KRISHNA.
Milhões de vaishnavas celebram o no dia 05 de setembro de 2015, a festa do nascimento de sua principal divindade, o Avatar KRISHNA, o OITAVO avatar de VISHNU.
O anúncio do nascimento de Krishna
A data do nascimento de KRISHNA é celebrada com orações e peregrinações principalmente na cidade de Mathura, no norte da Índia, onde a divindade supostamente nasceu como um homem, há cerca de 5.200 anos atrás.
Alexandre o Grande, o imperador e conquistador do mundo antigo, no século IV a.C. partindo desde à Grécia, conquistou o então mundo conhecido até chegar ao rio Indus e à ÍNDIA, onde ele e seus sábios gregos que o acompanhavam em suas conquistas, entram em contato com a cultura hindu, (em 327 a.C.) com a sua religião, filosofia e o seu panteão de deuses.
Foi a partir de então que a palavra grega Χριστός (Cristo-o Ungido) surge em grego, traduzindo e trazendo para o ocidente o conceito e o significado da palavra sânscrita KRISHNA, o ser humano ungido pela consciência e energia da própria divindade.
Milhões
de vaishnavas celebram no dia 05 de setembro de 2015, a festa do
nascimento de sua principal divindade, o Avatar KRISHNA, o OITAVO avatar
de VISHNU, com
orações e peregrinações principalmente na cidade de Mathura, no norte da
Índia, onde a divindade supostamente nasceu, há cerca de 5.200 anos
atrás.
A festa é conhecida como Janmashtami e relembra e comemora o nascimento de KRISHNA, um adorável brincalhão, amante da natureza, dos animais, um deus pastor, flautista e vaqueiro, há cerca de cinco mil (em torno de 3.100 a.C.) anos nessa cidade, situada cerca de 135 quilômetros ao sul da capital indiana, Delhi.
O festival é celebrado no oitavo dia (Ashtami) do Krishna Paksha (quinzena escura) do mês de Bhadrapada no calendário lunar indiano em agosto ou setembro, como em 2015; no entanto, em ambas as tradições, é o mesmo dia. Então, temos obras como Vishnudharmottara Purana que diz que o nascimento de Krishna é no mês Bhadrapada e o Skanda Purana afirmando que cai no mês de Shravana).
Milhares de pessoas se deslocam até o local todos os anos para participar das celebrações, que incluem orações e canções nos templos e banhos de imagens da divindade KRISHNA com mel, preparados lácteos e oferendas com ramalhetes de flores de todos os tipos (Bhakti).
A festa é conhecida como Janmashtami e relembra e comemora o nascimento de KRISHNA, um adorável brincalhão, amante da natureza, dos animais, um deus pastor, flautista e vaqueiro, há cerca de cinco mil (em torno de 3.100 a.C.) anos nessa cidade, situada cerca de 135 quilômetros ao sul da capital indiana, Delhi.
O festival é celebrado no oitavo dia (Ashtami) do Krishna Paksha (quinzena escura) do mês de Bhadrapada no calendário lunar indiano em agosto ou setembro, como em 2015; no entanto, em ambas as tradições, é o mesmo dia. Então, temos obras como Vishnudharmottara Purana que diz que o nascimento de Krishna é no mês Bhadrapada e o Skanda Purana afirmando que cai no mês de Shravana).
Milhares de pessoas se deslocam até o local todos os anos para participar das celebrações, que incluem orações e canções nos templos e banhos de imagens da divindade KRISHNA com mel, preparados lácteos e oferendas com ramalhetes de flores de todos os tipos (Bhakti).
KRISHNA
é a figura central da filosofia vaishnava. Aparece em um amplo espectro de
tradições religiosas, filosóficas e teológicas indiana, sendo retratado
em várias perspectivas: como um deus do panteão hindu, como uma
encarnação de VISHNU ou ainda como a forma original e suprema (da personalidade humana) de DEUS. KRISHNA é o oitavo AVATAR
divino (do sânscrito Avatāra, que significa “descida”) uma encarnação
humana e divina de VISHNU. Cerca de 800 milhões de hindus tem KRISHNA
como sua principal deidade.
Embora haja diferenças nas concepções da identidade de KRISHNA e nos detalhes de sua biografia, alguns aspectos básicos são compartilhados por todas as tradições. Estes incluem um nascimento milagroso, uma infância e juventude pastoris, vivendo como um vaqueiro cuidando de vacas e bezerros na sua juventude, e a vida como um príncipe (ele era descendente de reis), como um amante, um guerreiro e um grande mestre espiritual.
A figura de KRISHNA, é fundamental no texto sagrado Bhagavad Gita, é um dos deuses mais populares do panteão indiano (para a maioria dos indianos é a personalidade divina encarnada), e é habitual encontrar nos templos da ÍNDIA sua figura tocando uma flauta ao lado de sua companheira (o seu complemento feminino de alma), Radharani, ou tendo uma vaca e/ou um touro ao seu lado, pois ele foi também um vaqueiro em sua juventude. O deus é considerado um avatar de Vishnu, que junto com Brahma e Shiva faz parte da trindade sagrada da religiosidade de cerca de 80% da população da Índia.
Embora haja diferenças nas concepções da identidade de KRISHNA e nos detalhes de sua biografia, alguns aspectos básicos são compartilhados por todas as tradições. Estes incluem um nascimento milagroso, uma infância e juventude pastoris, vivendo como um vaqueiro cuidando de vacas e bezerros na sua juventude, e a vida como um príncipe (ele era descendente de reis), como um amante, um guerreiro e um grande mestre espiritual.
A figura de KRISHNA, é fundamental no texto sagrado Bhagavad Gita, é um dos deuses mais populares do panteão indiano (para a maioria dos indianos é a personalidade divina encarnada), e é habitual encontrar nos templos da ÍNDIA sua figura tocando uma flauta ao lado de sua companheira (o seu complemento feminino de alma), Radharani, ou tendo uma vaca e/ou um touro ao seu lado, pois ele foi também um vaqueiro em sua juventude. O deus é considerado um avatar de Vishnu, que junto com Brahma e Shiva faz parte da trindade sagrada da religiosidade de cerca de 80% da população da Índia.

Krishna (VISHNU) e Radharani (LAKSHMI)
As
principais Escrituras da cultura védica, que narram a história da vida
de KRISHNA são as escrituras sagradas reveladas tais como o Mahabharata
(Bhagavad Gita), o Harivamsa, o Bhagavata Purana e o Vishnu Purana. A
devoção e o culto a KRISHNA pode ser rastreado desde meados do século IV
a.C.
Esta é a mesma época em que Alexandre o Grande, Imperador
e conquistador do mundo antigo, partindo desde à Grécia, atravessa o
rio Indus e chega à ÍNDIA, onde ele e seus sábios gregos que o
acompanhavam em suas conquistas, (em 327 a.C.) tomam contato com a
cultura védica, sua religião, filosofia e o seu panteão de deuses: foi a
partir de então que a palavra Χριστός (Cristo) surge em grego,
traduzindo para o ocidente o conceito e o significado da palavra
sânscrita KRISHNA, o ser humano ungido pela consciência e energia da
própria divindade.
A adoração a KRISHNA como svayam bhagavan, ou
o Ser Supremo, surgiu na Idade Média, no contexto do movimento de
bhakti (Bhakti=Devoção a KRISHNA). A partir do século X, KRISHNA se
torna o assunto favorito em artes cênicas e se desenvolvem tradições
regionais de devoção, como Jagannatha em Orissa, Vithoba em
Maharashtra e Shrinathji no Rajastão.
Desde a década de 1960, a adoração a KRISHNA se espalha também no mundo
ocidental, em grande parte devido ao trabalho missionário do seguidor de
KRISHNA, A.C Bhaktivedanta Swami Prabhupada e a organização criada por ele, nos
Estados Unidos a pedido do próprio KRISHNA, a Sociedade Internacional
para a Consciência de KRISHNA. Esse movimento angariou muitos adeptos e
hoje é conhecido mundialmente como o movimento HARE KRISHNA.
De acordo com o Bhagavata Purana, Krishna nasceu sem
uma união sexual, mas por meio da “transmissão (o poder da vontade)
mental” yoguica da mente de seu pai Vasudeva no ventre de sua mãe
Devaki. Baseado em dados das Escrituras e cálculos astrológicos, a data
de nascimento de Krishna, conhecida como Janmastami, seria em agosto de
3.228 a.C.
KRISHNA pertencia ao clã Vrishni dos Yadavas, de
Mathura, capital dos clãs de Vrishni, Andhaka e Bhoja. Foi o oitavo
filho da princesa Devaki e seu marido Vasudeva. O rei Kamsa subiu ao
trono após mandar prender o próprio pai, Ugrasena (rei da dinastia
Bhoja). Kamsa é tido como um grande demônio, que pertencia à classe dos
Kshatriyas, mas que, de algum modo, havia se desviado do Dharma
universal (o Caminho da Evolução Espiritual).

No
caminho que conduzia os noivos até a nova casa, o rei Kamsa escutou uma
voz que dizia que o oitavo filho de Devaki iria levá-lo à morte.
Imediatamente fez menção de matar Devaki, mas Vasudeva implorou pela
vida da esposa, prometendo que cada filho que nascesse, seria levado à
presença de Kamsa.
Receoso, mandou prender Vasudeva e a esposa
no porão do castelo, sendo vigiados dia e noite por guardas. Cada filho
do casal que nascia era morto por Kamsa, que mesmo sabendo que a
profecia se cumpriria apenas no oitavo filho, não tinha piedade de
nenhuma criança que nascia e matava a todos. Kamsa havia sido alertado
por Narada Muni que em breve VISHNU
nasceria na família de Vasudeva. Soube também, através deste sábio, que
em uma encarnação anterior, Kamsa havia sido um demônio chamado
Kalanemi que tinha sido morto por VISHNU.
Conta a tradição védica que Kamsa, temendo que VISHNU
nascesse em qualquer uma das famílias do reino, mandou matar todos os
meninos com até dois anos de idade, a fim de evitar o cumprimento da
profecia (uma semelhança com a história do rei Herodes e os primogênitos
em Israel). E foi então que o oitavo filho de Devaki nasceu – Bhagavan
Sri KRISHNA.
O local do nascimento é conhecido atualmente como
Krishnajanmabhoomi, onde um templo foi erguido em sua honra. Como a vida
do pequeno Deus corria risco na prisão, ele foi retirado do local e
entregue aos seus pais adotivos Yashoda e Nanda em Gokula. Durante a
comemoração do aniversário do nascimento de KRISHNA, no festival de
Janmashtami, pirâmides humanas também são feitas para que os fiéis
consigam alcançar um pote cheio de coalhada (um dos alimentos preferidos
do vegetariano KRISHNA quando criança) pendurado a vários metros do
chão.

TEMPLO
DE Shri Krishna Janmbhoomi é um templo religioso localizado na populosa
cidade de Mathura . Este templo é o berço e local de nascimento do
venerado Deus Krishna . É uma cela de prisão pertencente ao rei Kamsa
onde o Senhor Krishna nasceu a cerca de 5.100 anos atrás.
Quem
forma a pirâmide divide entre si um prêmio em dinheiro; o pote é chamado
de dahi-handi. As celebrações de Janmashtami terão seu ponto
culminante à meia-noite e, pelo menos na capital da ÍNDIA, em Delhi, as
autoridades ordenam um desdobramento da presença policial nas ruas por
uma questão de precaução.
AS ONZE ENCARNAÇÕES DE VISHNU/KRISHNA
Na
passagem das eras e do tempo, através dos séculos, muitos deuses têm
sido identificados com VISHNU nas formas humanas e animal, na cultura
hindu. Essas figuras não adquiriram o caráter de uma manifestação divina
mas sim o de uma encarnação.

Reprodução artística das dez encarnações de Vishnu já acontecidas
Sempre que o mundo e a humanidade esteve em perigo devido às ameaças
das forças do mal em sobrepujarem o Dharma, A LEI divina, os deuses,
comandados por VISHNU descem do céus e se encarnam em alguma região da
terra. São dez as principais encarnações (Avatares, as “descidas” da
divindade em um ser humano) que aconteceram e que ainda estão
acontecendo em períodos sucessivos.

MATSYA,
o homem-peixe, teria sido a primeira (descida) encarnação. Matsya tem
quatro braços e, como atributos, o disco, a maça, o bordão e a flor de
lótus, assim como todos os outros Avatares.
Manu, o ancestral
do gênero humano (e o criador deste), recebeu de um peixe a missão de
construir um barco, pois um dilúvio deveria inundar a terra.
Quando
isto se deu, a arca foi puxada por um grande peixe, levando dentro um
casal de todas as espécies vivas (o Dilúvio bíblico de Noé). O peixe
também salvou os Vedas das mãos do demônio Hayagriva.

Vishnu
como KURMA (Direita), o homem tartaruga, é a segunda encarnação.
Naqueles tempos, deuses e demônios viviam em constantes lutas e, em dado
momento, os demônios tornaram-se tão fortes que os deuses se viram
ameaçados de perder os seus poderes.
Foi então que Vishnu
aconselhou-os a bater o oceano de leite até que ele virasse manteiga, de
forma que o amrita (o néctar da imortalidade) ficasse acumulado na
superfície, proporcionando aos deuses a invencibilidade.
A
montanha Mandara foi usada como batedeira mas, antes que ela
desaparecesse no leito do oceano solidificado, Vishnu transformou-se em
tartaruga para que com seu casco pudesse suportar a montanha.

VARAHA,
a terceira encarnação de Vishnu, é um homem com cabeça de um javali. Ás
vezes, ele é retratado só como um animal. Segundo um dos mitos do
Dilúvio, que é ao mesmo tempo, apenas a história de um novo ciclo da
criação na superfície do planeta, um demônio raptou a deusa da terra,
Prithivi, e escondeu-a no fundo do oceano.
Vishnu assumiu a forma de um javali gigante, mergulhou no oceano e lutou contra o demônio, derrotando-o.
Trouxe
a deusa Prithivi (a terra) de volta para a superfície e ajudou-a a
recuperar sua capacidade de abrigar todas as criaturas vivas, criando
continentes e esculpindo montanhas, vales e planícies. De certa forma a
história é uma alegoria do repovoamento do planeta depois de uma
inundação.

NARASIMHA,
foi a quarta encarnação de Vishnu, é metade homem e metade leão. Ele
foi um ser muito próximo de Vishnu que o deixou enraivecido e, por isso,
foi condenado a viver o resto de sua vida como um demônio. Brahma,
entretanto, concedeu-lhe um benefício especial, ou seja, ele não seria
ferido por qualquer arma, homem ou animal, durante o dia ou durante a
noite, a céu aberto ou abrigado.
Narasimha se tornou tão cheio
de si mesmo e vaidoso por isso que começou a dificultar as vidas dos
próprios deuses. Vishnu então resolveu intervir. Na forma de um homem
com cabeça de leão (nem animal, nem homem), escondeu-se atrás de um dos
dois pilares à entrada da morada do demônio que se chamava de
Hiranyakasipu (nome semelhante ao personagem bíblico Hiram que se
associa à Salomão para a construção do primeiro Templo em Jerusalém e um
“personagem” muito importante para a Maçonaria).
Então ele o
agarrou ao crepúsculo (nem dia, nem noite) na soleira da casa (nem fora,
nem dentro) e o estraçalhou com as suas garras (desarmado). Ninguém,
por mais favorecido que seja pela divindade pode abusar desse
favorecimento sem que venha a sofrer do acerto de contas: seja um homem,
um deva espírito da natureza ou os próprios “deuses” criadores
(Elohim).

VAMANA, a quinta encarnação, é a primeira manifestação que se apresenta
completamente com forma humana, embora tenha sido como a de um anão (o
anão sempre foi uma figura respeitada e de destaque na corte dos Faraós
egípcios). O neto de Hiranyakaipu, Bali, apoderou-se dos três mundos e
baniu os deuses do céu.
Estes pediram a ajuda de Vishnu que
imaginou um plano. Aproximou-se do rei Bali disfarçado em um anão,
solicitando ao mesmo que lhe cedesse um terreno, medindo apenas três de
suas passadas, onde ele pudesse meditar. Bali concordou e,
imediatamente, o anão transformou-se no gigante Trivikrama.
Em
uma passada cercou o céu; na segunda, a terra, e, quando percebeu que a
terceira iria cercar o interior da terra, Bali cedeu e pediu auxílio a
Vishnu que o empurrou para lá, tornando-o rei dessas paragens
recuperando os três mundos. Vamana é retratado com dois braços,
carregando um guarda-sol e, por vezes, um jarro de água e/ou um livro.
Seu cabelo é longo, geralmente preso no alto da cabeça, e suas
vestimentas consistem de uma tanga ou de uma pele de antílope.

PARASHURAMA,
ou seja, Rama com um machado, é a sexta encarnação. Dessa vez, Vishnu
assume forma humana total. A história de Parashurama data da época do
conflito prolongado existente entre as duas castas mais altas: a dos
sacerdotes ou brâmanes e a dos guerreiros ou Kshatriyas {nota de Thoth:
Um Kshatriya é um governante e/ou um guerreiro, um soldado. Quando
KRISHNA desceu à terra foi como um guerreiro e governante desta casta,
ele foi um Kshatriya.
Esta casta tem sido tradicionalmente
classificada em segundo lugar entre as antigas e tradicionais quatro
castas do sistema hindu, eram os membros da casta Kshatriya que detinham
o poder político e de governantes há séculos na Índia.
Embora o
sistema de castas ter sido drasticamente modificado através da atual
legislação e da reforma social na Índia, não é incomum ver Kshatriyas em
cargos públicos na Índia, uma vez que sempre estiveram associados com
poder de governo e decisão política por tanto tempo.}
O
sacerdote Jamadagnya tinha uma vaca que podia satisfazer todos os
pedidos (representação do princípio divino feminino criador). O rei, que
cobiçava o animal a qualquer preço, roubou-o. Como desforra,
Parashurama, o filho do sacerdote, assassinou o rei que, por sua vez,
foi vingado por seu filho, que matou o sacerdote.
O episódio
resultou em uma terrível guerra entre Parashurama, o Brâmane, e os
Kshatriyas a qual, após vinte e uma batalhas, culminou com a vitória de
Parashurama. O jovem sacerdote é retratado com duas ou quatro mãos. Tem o
cabelo preso como um asceta. Em uma das mãos sempre leva o machado de
guerra e nas outras, quando possível, espada, arco e flechas (Fusão do
sacerdote com o guerreiro/governante, dando origem a governantes e reis
mais sábios).

RAMA
e SITA, também conhecido por Ramachandra, é a sétima encarnação de
Vishnu, Krishna. Retratado como um jovem rei com dois braços, levando
sempre consigo arco e flechas, está frequentemente acompanhado da
esposa, a bela Sita (uma encarnação da consorte de VISHNU, a deusa da
abundância e prosperidade conhecida como LAKSHMI).
RAMA é o
herói da obra épica Ramayana. Ele e Sita são vistos como símbolos da
incorruptibilidade, da honestidade, da lealdade e da docilidade.
Tornaram-se o tema de inúmeras peças, danças e, ultimamente, até de
filmes e histórias em quadrinhos.
{Thoth: Ramayana=Caminhos de
Rama, que narra fatos históricos antediluvianos, de um conflito entre o
então reino de Bharata (antiga civilização onde hoje é a Índia) e o
império de ATLÃNTIDA, já contaminado e dominado pelas forças das trevas,
e vencido pelo poder espiritual de RAMA e seu povo}.

Krishna, o “condutor” da quadriga de Arjuna (o seu principal discípulo), na Batalha de Kurukshetra.
Lord KRISHNA, é a oitava encarnação de Vishnu, é considerada como a
mais importante, sendo adorada por milhões de pessoas como a de um deus
por legítimo direito. Essa descida da própria divindade acontece em
torno do ano 3.100 a.C., coincidindo com o início do CALENDARIO MAIA que
finaliza em 21/12/2012, período que marca os últimos 5.125 anos do KALI
YUGA, a idade do ferro, que se iniciou em 430 mil a.C.
O nome
Krishna já era encontrado nos Upanishads. Mais tarde surgem no
Mahabharata histórias detalhadas sobre o herói Krishna. Os Puranas,
especialmente o Bhagavata Purana, contêm um relato exaustivo da vida de
Krishna, dividido em inúmeros contos pitorescos que falam de sua força
excepcional.
Krishna tornou-se um belo rapaz e, por algum
tempo, dedicou-se, alegremente, aos folguedos com as pastoras gopis,
meninas que tomavam conta das vacas. Nas noites de outono ele as
encantava com sua flauta maravilhosa e dançava com elas ao luar.
Radharani (LAKSHMI) é a mais importante das esposas de Krishna.
Krishna e Radharan |
O amor entre eles e a devoção de Radharani, tornaram-se com o tempo uma alegoria para o amor entre o deus Krishna e seus seguidores.
Krishna e Radharani incorporam o princípio tântrico SAGRADO dos dois aspectos do divino (o masculino e o feminino) que, juntos formam o Uno SEM POLARIDADE, em absoluto equilibrio.
Além das ilustrações de Krishna como criança, o Deus é retratado de muitas outras maneiras. Sua pele, na maioria das vezes, é azul (símbolo da VONTADE e PODER).
Geralmente sua perna direita está cruzada diante da esquerda, com os dedos dos pés tocando o chão. Da mesma forma, há representações dele dançando sobre as muitas cabeças da serpente Kaliya (o mundo material ilusório) após tê-la derrotado. Em outra, ele monta sua ave Garuda. E as duas representações mais conhecidas são as de Krishna com Arjuna, o seu principal discípulo e devoto, COMO CONDUTOR DE sua carruagem na batalha de Kurukshetra e a de Krishna, jovem tocando flauta.
BUDHA, é tido no Hinduísmo como a nona encarnação, descida de Vishnu, a qual data do período em que o Budismo ganhou uma maior popularidade, particularmente entre as castas inferiores. Vishnu personificado em Budha, pregou uma nova doutrina, ensinando que todos os homens poderiam se livrar da roda do renascimento (Samsara) através de atitudes interiores corretas e, desde então, esses conceitos foram se introduzinhdo no Hinduísmo. Budha está sentado em um pedestal de lótus, absorto em profunda meditação.
Tem, como característica, o despojamento e o desapego às coisas materiais, é retratado com o cabelo curto, escaracolado, com um birote no alto, e os lóbulos das orelhas são longos (assim se mostram em todas as manifestações de Buda). Sua vestimenta amarela é simples e ele não usa qualquer adorno. Pregou o abandono, o desapego às coisas mundanas e às riquezas materiais que satisfazem o ego/eu inferior (ele também foi de família real e era um príncipe, Sidharta Gautama, que abandonou tudo em busca de sua realização espiritual).

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